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Polícia

Após festa, tenente da PM ‘surta’ e mata colegas

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Um sargento e um cabo da Polícia Militar morreram e um major e um borracheiro ficaram feridos na madrugada desse sábado (5) ao serem baleados dentro de um carro na rua Monte Horebe , no bairro Colônia Terra Nova, Zona Norte.

O autor dos disparos seria um tenente, identificado como Joselito Pessoa Anselmo que estava com o grupo no Voyage, de cor prata e placa PHO-2296, que pertence à PM.

Segundo a polícia, os cinco ocupantes voltavam de uma festa, na casa de show “Alambique”, quando houve o tiroteio. Conforme depoimento de Robson Almeida, um dos sobreviventes, o tenente teria surtado, sacado a arma e atirado contra os colegas.

Robson travou luta corporal e conseguiu desarmar Pessoa, jogando a arma para um terreno no próximo, mas não antes de eles atingir os PM’s. No confronto ele acabou sendo baleado na mão, mas conseguiu correr e pedir ajuda.

O condutor do veículo, o sargento Edzandro Santos Lousada, 40, foi baleado na nuca e morreu no SPA do Galileia. O cabo Grasiano Monteiro Negreiros que levou um tiro na cabeça e outro no tórax e morreu no local. E o major Lurdenilson De Paula, 40, foi atingido na coluna cervical e pode ficar tetraplégico. Ele está no Pronto-socorro João Lúcio.

Joselito foi preso e na delegacia apresentou outra versão para o crime. O tenente contou que enquanto estava com as vítimas, um Honda Civic apareceu e começou a atirar contra eles, porém, uma perícia realizado no carro derrubou a história dele.

De acordo com Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o laudo mostrou que nenhum tiro foi disparado de fora para dentro, todos ocorreram de dentro pra fora, o que confirma a versão de Robson.

Diante dos fatos, Anselmo deve permanecer detido e vai responder por quatro crimes, sendo homicídio qualificado consumado por motivo torpe e homicídio tentado doloso.

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Setor de Desaparecidos pede ajuda para localizar parentes de mulher

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Maria Lourenço Henride da Silva, 46 anos, procurou o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, em Cuiabá, pedindo ajuda para encontrar sua mãe ou outro parente.

A mãe, que supostamente se chama Saturnina da Silva, nunca conheceu. “Quero encontrar meus pais. Quero encontrar minha mãe ou algum parente, um irmão, um primo, avó, tio. Alguém que seja do meu sangue. Tenho essa idade e até hoje não consegui descobrir quem são meus parentes. Quero saber minha origem”, contou.

Ela pouco se lembra de sua infância e juventude. Foi criada em casas de famílias, passou por lares assistenciais e também ficou internada na antiga Fundação Centro de Atendimento Socieducativo ao Adolescente (Febem).

“Fui criada na casa de famílias boas e na Febem. Tive o azar de não ser adotada por ninguém. Tanto é que minha certidão de nascimento foi feita quando eu tinha 14 anos, através dos exames que fazem das mãos (papiloscopia), dai que me deram um nome, uma idade, uma nacionalidade e o nome de uma suposta mãe, Santurnina  da Silva, mas eu não sei se é, de onde é”, fala. “Não tenho lembranças de rosto, de nome, de cidade, de nada”, complementa.

Maria Lourenço conta que já morou em São Paulo com uma família, que depois foi para Brasília, onde sofreu violência doméstica. “Dai eu fugi dessa casa e tive problemas e conheci um homem na rua (…) quando engravidei”, afirma.

Maria Lourenço Henride da Silva hoje mora no bairro Três Poderes, em Cuiabá ,  é mãe de quatro filhos.

Parentes dela podem estar morando na região de Cáceres ou na Baixada Cuiabana. Qualquer informação que possa ajudar na localização de paredes dela podem ser encaminhadas ao Setor de Desaparecidos da Polícia Civil no telefone (65) 3901-4823 ou (65) 9 9982-7766 (Whatsapp).

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