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Política MT

Após articulação de Wellington, Governo Federal libera mais R$ 30 milhões para BR-163

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O Governo Federal divulgou, na última quinta-feira, 29, um crédito suplementar de R$ 30 milhões para a duplicação da BR 163, no trecho entre Rondonópolis e Cuiabá. A publicação é fruto de articulação do senador Wellington Fagundes junto ao Ministério dos Transportes e o Palácio do Planalto.
“Esses recursos são uma verdadeira conquista de um trabalho intenso que temos no Ministério dos Transportes e junto à Presidência. O aporte permitirá fecharmos o ano entregando duplicado o trecho entre Cuiabá (da Estância Bahia) e Jaciara, no próximo dia 28 de dezembro”, comemorou o senador.
A obra fazia parte do PAC, foi incluída no programa Avançar e agora é parte do Programa Chave de Ouro. Wellington adiantou que também está prevista, para o final do ano que vem, a entrega do trecho duplicado entre Rondonópolis e Jaciara.
O superintendente do DNIT em Mato Grosso, Orlando Fanaia, afirmou que haviam sido liberados, para o trecho entre Cuiabá e Jaciara, R$ 37 milhões além do que constava no Orçamento de 2018. Com esse novo empenho, são R$ 67 milhões a mais assegurados pelo Governo. “São recursos fundamentais para tocarmos essas obras sem paralisações. Todos sabemos que parar o trabalho por falta de recursos gera prejuízos a toda a população. E agora temos a certeza da entrega dos serviços ainda neste ano”, completou o superintendente.
 
Da Assessoria

Política MT

Governo de MT estuda demissões de servidores efetivos em estágio probatório

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O governo estadual disse na sexta-feira (24) que não descartaria a possibilidade de demitir servidores em estágio probatório para conseguir equilibrar as contas públicas. Segundo o secretário Estadual de Fazenda, Rogério Gallo o executivo poderá adotar a providência que é permitido Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

De acordo com o secretário a situação econômica do estado é preocupante e o governo tem estudado alternativas para cumprir a LRF e a determinação do Ministério Público Estadual (MPE) de que haja controle rígido das despesas.

“Desde o início do ano, o governo tem comunicado a sociedade que nós temos que ter um equilíbrio nos gastos públicos”, reforçou.

Segundo Rogério, o governo não tem a intenção de demitir servidores. Entretanto é uma possibilidade, caso não haja outras alternativas.

“Essa é uma das possibilidades que a lei coloca. Tenho dito que isso não é desejável e não é o que o governo quer. Nós vamos adotar todas as medidas antes de chegar a algo tão contundente quanto isso”, afirmou.

Gallo comentou ainda que não adianta fazer gasto exclusivamente em pessoal e deixar as despesas de manutenção de hospitais, escolas, estradas em segundo plano. E reafirmo que além do controle de gastos relacionados aos servidores públicos, vem ponderando em outras áreas que também são fundamentais.

Caso as demissões sejam necessárias, seriam de servidores contratados e efetivos em estágio probatório. A medida teria um impacto de R$ 800 milhões na folha de pagamentos que, atualmente, está acima do previsto na LRF.

“Essa controle de gastos é como fazemos na economia doméstica, em casa. E mesmo que exonerássemos servidores efetivos em estágio probatório, talvez nós não conseguíssemos reduzir o gasto do poder executivo”, declarou ele.

O secretário explicou que, caso o governo opte por demitir, não seria uma alternativa ilegal, mas com base no que é permitido por lei.

Por G1

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