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Aplicativo de transporte individual não cobra por demanda

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Com esses dias de greve no transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande as pessoas tiveram que fazer uso de outros tipos de transporte como mototáxi, táxi e também transporte por aplicativo. E com a demanda, a taxa de serviço variou de 25 a 40%.

A situação foi tão absurda e exploradora que uma corrida por aplicativo de Cuiabá a Várzea Grande chegou a ser cobrado o valor de R$ 140,00 em aplicativos individuais.

É comum a tarifa ser diferente em caso de shows em que é cobrada a corrida dinâmica, onde o valor calculado varia em função da quantidade de chamados x quantidade de veículos disponíveis na região, se houver poucos carros o valor chega a muitas vezes o valor original.

Parece bom para o motorista, mas a verdade é que a taxa de serviço cobrada também varia e por consequência, o ganho percentual também diminui (a taxa de serviço varia, no mais popular de 25% a 40%).

Já na Agili, funciona diferente, o usuário não tem surpresas, nossa cobrança dinâmica, varia em função do horário, não da quantidade de veículos disponíveis na região. Porque a intenção é prestar um bom serviço e quando você contrata automaticamente você já sabe o valor a ser pago.

 Sabemos que numa tarifa usualmente de aplicativos a tarifa dinâmica convencional chega a 400%, na Agili o cliente não tem surpresa, no mesmo exemplo do show, o cliente vai e volta pagando o mesmo valor, considerando que é uma corrida com tarifa noturna, e média 30% de diferença para uma corrida diurna.

 Além disso, a taxa de serviço é de 8% fixa e não varia, entretanto estamos com período promocional, onde a taxa para o motorista (nestes 30 dias) é de 0%, isso mesmo, 0% não paga nada. Então compensa para o motorista te buscar ou te levar.

Vale lembrar que independente da situação, ainda devemos pesquisar o melhor preço oferecido pela praça para depois optar e chamar.

Marcos Marrafão é sócio-idealizador do aplicativo Agili

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O governo pode estar certo!

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Nas últimas semanas, o projeto de lei que trata da revisão dos incentivos fiscais
em Mato Grosso (PL 114/19), tomou conta dos noticiários e não menos, dos
bastidores mais recônditos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. E não é
para menos, pois é um dos mais importantes projetos de lei dos últimos tempos
no Estado de Mato Grosso.

Trata-se, primeiramente, de uma obrigação. Cumpre o Governo estadual, uma
exigência imposta por lei federal, com prazo final em 31/07/19. Até lá, o
governo tem de “fazer um inventário” de todos e quaisquer atos normativos,
que concederam incentivos fiscais, editar uma Lei e, posteriormente depositar
junto ao CONFAZ, assim, regularizando todos os incentivos fiscais que
permanecerem “aprovados” após este processo legislativo.

Há que se destacar que todos os estados deverão fazer o mesmo, sob pena
capital de REVOGAÇÃO de todos os incentivos fiscais até aqui concedidos.
Após apresentação do Projeto, começou um “Deus nos acuda”. Os sindicatos
patronais, poderosos como sempre, lançaram mão de suas artilharias pesadas,
criando uma narrativa de aumento de impostos e de que isso, sem dúvida se
reverteria em aumento de preços.

E o que fizeram os sindicatos dos servidores públicos, o Fórum Sindical e demais
entidades de defesa dos consumidores e trabalhadores? Até agora nada, nem
uma nota, nem um pio sobre o assunto.
Neste sentido, dou o primeiro passo sobre esse necessário posicionamento. Não
é por que “hay gobierno que soy contra”. Tento ser mais responsável neste
momento de duro embate entre as categorias e o governo de Mauro Mendes.

 

Antonio Wagner Oliveira

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