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Polícia

Alvo de investigação tem prisão cumprida por rompimento de tornozeleira

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Um homem com mandado de prisão em aberto por rompimento de tornozeleira eletrônica foi preso, pela Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (12.03), em ação do Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).

Considerado foragido da Justiça, Tobias Rafael Gomes Leite, 30, tem passagens criminais por roubo e tráfico de drogas, e estava com mandado de prisão decretado por rompimento do dispositivo eletrônico utilizado para monitoramento de presos em regime semiaberto.

Ele era procurado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP, uma vez que é alvo de investigação em um inquérito que tramita na unidade. Segundo as investigações do setor, o suspeito foi o último a ser visto na companhia de uma pessoa que está desaparecida até hoje.

Assessoria | PJC-MT

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Operação da Polícia Civil apreende documentos e cartões de indígenas retidos em poder de agiotas

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Três mandados de busca e apreensão domiciliar com objetivo de apurar crimes de usura, apropriação indébita e estelionato praticados contra indígenas da etnia Xavante foram cumpridos pela Polícia Judiciária Civil,  na operação A’uwe deflagrada, na quinta-feira (21.03), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a Leste).

Segundo o delegado da Derf, Wyliney Santana Borges, a operação denominada “A’uwe” (que significa “Povo Xavante” na linguagem indígena), resultou na maior apreensão de documentos e cartões bancários pertencentes a indígenas em poder de agiotas no Estado de Mato Grosso.

As investigações demonstram que os suspeitos emprestam dinheiro para os indígenas, cobrando juros que variam entre 10% a 40% mensais, e como garantia de recebimento, retém os cartões bancários com as respectivas senhas das vítimas, somente devolvendo quando recebem o valor emprestado acrescido de juros.

Durante as buscas nas residências dos suspeitos, foram apreendidos 135 cartões bancários com senha dos indígenas, incluindo do programa federal “Bolsa Família”, além de 242 documentos pessoais e oficiais de índios, dentre eles carteira de trabalho, RGs, CPFs e títulos de eleitor.

Em uma das casas, foram encontradas ainda duas máquinas de cartões, que eram utilizadas para passar os cartões das vítimas, em que o dinheiro tinha como destino a conta bancária de um dos investigados, evitando que precisassem ir ao banco para sacar os valores.

Wilyney Santana explica que devido aos juros exorbitantes as vítimas entram em um ciclo que pode durar anos. “Neste período o indígena fica sem nenhum controle do recebimento de salário, aposentadorias e benefícios que recebem, e como precisam de dinheiro para sua subsistência, voltam novamente nos suspeitos, alimentando o ciclo interminável de empréstimos”, disse o delegado.

As investigações prosseguem tramitando pela Derf de Barra do Garças.

Fonte: Assessoria | PJC-MT

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