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Variedades

Flavia Alessandra sensualiza saindo do mar

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Flávia Alessandra está em Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, onde está passando o seu sábado (12.01), como mostrou no Instagram. Usando um biquíni com hot pants recortadas e parte de cima meia taça, a atriz surgiu sexy em um registro saindo do mar.

“Sábado no meu paraíso, Arraial do Cabo”, dizia a legenda escolhida por ela que, aos 44 anos, ostentou a sua ótima forma para o clique saindo do mar.

Em cinco minutos, a publicação já tinha mais de 5 mil curtidas e muitos elogios. “Parece uma menina de 17 anos. Sempre linda”, observou um, “eu não canso de dizer que você é linda demais”, disse outro, “chocada com essa beleza”, confessou mais um.

 

 

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Recém-formados poderão prestar serviço obrigatório ao governo

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) está avaliando um substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 352/2015, que pretende tornar obrigatória a prestação de serviços públicos a todos os recém-graduados de instituição pública de ensino superior ou de curso financiado com recursos públicos. Todavia, para que não haja prejuízos aos projetos pessoais e profissionais dos recém-formados, a proposta prevê que os serviços deverão ser prestados no período máximo de um ano.

O substitutivo foi apresentado pela relatora, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), e estava na pauta da CAS desta quarta-feira (20). Zenaide prevê que as peculiaridades de cada profissão devem guiar as jornadas de trabalho e as remunerações, que serão definidas em regulamento. Os demais senadores, no entanto, pediram mais tempo para analisar o texto.

Proposta ampliada

O PLS 352/2015 resultou da Sugestão (SUG) 20/2011, apresentada durante a primeira edição do programa Jovem Senador, promovido pelo Senado. O autor é o jovem senador Rodolfo Fontenele, do Piauí. Aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a sugestão foi transformada em projeto em 2015 e, agora, aguarda a decisão da CAS.

Originalmente, apenas os profissionais de saúde formados em universidades públicas estariam obrigados a prestar serviço em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), por dois anos e em tempo integral. Em seu relatório, Zenaide Maia julgou a ideia inovadora e apresentou uma nova redação ao PLS 352/2015, tornando-o mais abrangente.

A relatora considerou procedente o argumento de que faltam recursos humanos para o sistema público de saúde, mas ressaltou que os problemas relacionados à falta de pessoal não se restringem a essa área. Para ela, ampliar o enfoque possibilita tratamento justo e isonômico a todas as profissões, “essenciais para o aprimoramento dos serviços prestados”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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