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Várzea Grande

13.651 inscrições foram pré-aprovadas para os residenciais Colinas Douradas I e II

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O prefeito em exercício de Várzea Grande, José Hazama, anunciou a publicação da relação de 13.651 inscrições pré-aprovadas para participarem do sorteio definitivo de 1.000 casas dos Residenciais Colinas Douradas I e II, construídas através da Caixa Econômica Federal – CEF pelo Programa Minha Casa, Minha Vida.

Com a publicação oficial em Diário Oficial dos Municípios (www.diariomunicipal.org/mt/amm) e no site da Prefeitura de Várzea Grande (www.varzeagrande.mt.gov.br) na aba VG Habita, abre-se entre amanhã, 10 até o dia 16, prazo de recurso para aquelas inscrições que não foram aprovadas.

“Essa é mais uma etapa vencida pela administração da prefeita Lucimar Sacre de Campos que desde 2015 quando assumiu a prefeitura de Várzea Grande se empenhou para tirar as mais de 5 mil obras de habitações paralisadas pelos mais diversos problemas relacionadas com as empreiteiras responsáveis pelas mesmas”, disse o prefeito em exercício, José Hazama ao receber do secretário de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Turismo de Várzea Grande, José Roberto Amaral de Castro Pinto, a relação dos pré-aprovados.

Hazama determinou que fosse estritamente cumprida à determinação da prefeita Lucimar Sacre de Campos de transparência total em todas as etapas que envolvem as inscrições e o sorteio das referidas casas, apontando que ainda neste ano, mais residenciais terão suas obras de casas concluídas e novamente realizado o processo de inscrição, escola e sorteio dos contemplados.

“Já encaminhamos ao Ministério Público Federal e a Caixa Econômica Federa pré-aprovados, lembrando que os recursos serão recebidos na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Econômico e Turismo e que pode alterar a relação de pré-aprovados como está previsto no ordenamento”, explicou o secretário.

Do total de 29.646 inscrições realizadas na primeira etapa, 15.995 após análise técnica deixaram de ser pré-aprovados por não estarem no Cadastro Único, o CADUNICO de Várzea Grande; por não serem responsável familiar; por terem renda familiar superior a R$ 1.800,00; por serem menor que 18 anos; por estar sem atualização de dados pessoais de dois anos e por duplicidade de NIS – Número de Inscrição Social.

O secretário assegurou que alguns que tiveram suas inscrições rejeitadas ainda podem, desde que comprovado o saneamento das irregularidades, passar a condição de pré-aprovados, precisando comparecer a sede da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Econômico, próximo à prefeitura, na Av. Castelo Branco para as devidas providências.

“Encerrada essa fase, iremos para o sorteio definitivo que habilitará 1.000 inscritos sorteados e outros 500 substitutos. Aí estes sorteados terão que passar pelo crivo da Caixa Econômica Federal e do Ministério Público Federal para saber se todas etapas e obrigações foram atendidas. Posteriormente se passa a sorteio de ruas e quadras para então até o final do primeiro semestre deste ano os novos moradores receberem suas chaves”, disse José Roberto Amaral

José Hazama pontuou que Várzea Grande vive um novo momento de prosperidade e de efetiva melhoria na qualidade de vida das pessoas graças ao empenho e determinação da gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos que humanizou a atuação do Poder Público e está resgatando a credibilidade da gestão com muito trabalho e criatividade, mesmo em tempo de crise econômica.

“Várzea Grande e sua população estão vivenciando um novo momento aonde o Poder Público existe na busca de melhorar a qualidade de vida de todos e de ter a cidade que todos nós queremos”, disse o prefeito em exercício.

Desde 2015 quando assumiu a administração municipal em Várzea Grande a prefeita já fez a entrega de 1.281 casas do Residencial São Benedito e se prepara para entregar mais 1.000 dos Residenciais Colinas Douradas I e II.

“Também trabalhamos para entregar as casas dos residenciais Santa Barbara, Izabel Campos, Padre Aldacir e Jequitibá, sendo que algumas já estão em obras e outras a prefeita Lucimar Campos e o senador Jayme Campos estão fazendo as injunções para que as obras sejam retomadas e entregues para diminuir o déficit habitacional na segunda maior cidade de Mato Grosso”, disse José Hazama.

 

Fonte: Secom/VG

Por Marianna Peres

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Várzea Grande

Assistência Social realizou 170 mil atendimentos no ano de 2018

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A secretaria de Assistência Social de Várzea Grande encerrou o ano de 2018 contabilizando mais de 170 mil atendimentos socioassistenciais. Essas ações atingiram os níveis de preservação de direitos e de proteção especial, chegando a jovens, mulheres, idosos e crianças em estado de vulnerabilidade. Mais que assegurar direitos, os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano possibilitaram empoderamento, crescimento e resgate de autoestima a todas as pessoas beneficiadas, como pontua a secretária de Assistência Social , Flávia Lannes.

Serviços básicos como inclusão no Cadastro Único, validação e inserção de famílias no Bolsa Família e a busca ativa para concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) – destinado a idosos que não recebem aposentadoria e ou às famílias carentes com membros deficientes – são rotina na Pasta. Somente no ano passado, mais de 13 mil famílias foram incluídas no Cadastro Único e mais de 9.313 fecharam 2018 beneficiadas pelo BPC.

“Esse atendimento é nossa rotina, fazemos buscas ativas, participamos de mutirões para ampliar o acesso aos programas federais. Mas o que mais no motiva e nos mostra que estamos no caminho certo, caminho da promoção social, pessoal e coletiva de pessoas carentes, são os resultados que aferimos na ponta, a partir da oferta dos programas municipais, como Juventude Ativa, Amigas Empreendedoras,Laços Maternos, Caderno 2 e os serviços de fortalecimento de vínculos, que resgatam valores, famílias e motivam as pessoas. Modificam a realidade”, avaliou a secretária.

Como explicou a secretária, mais de 80 grupos estão formados no Município para atender públicos específicos como jovens, crianças, gestantes e mulheres. “Temos hoje em Várzea Grande mais que metas superadas, temos famílias protegidas e amparadas. Esse é o resultado que a atual gestão busca. Os programas municipais têm como objetivo impactar positivamente, transformando realidades”.

Entre os mais procurados estão o ‘Amigas Empreendedoras’, que em 2018, ofertou cursos semi-profissionalizantes a 3.123 mulheres de bairros localizados em todas as regiões da cidade. Outras 1.566 crianças, adolescentes e idosos foram acolhidos pelo ‘Juventude Ativa’, ‘Caderno 2’ e pelos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

O ‘Juventude Ativa’ completou em 2018 a sua 7ª edição contabilizando 3.500 mil jovens assistidos. Por meio do projeto há a promoção constante da qualidade de vida deste segmento que, normalmente, encontra-se em algum tipo de situação de vulnerabilidade social. O resgate vem da participação ativa em apresentações culturais e artísticas, das seis oficinas – grafitagem, pintura em tela, música, esporte, teatro e dança -.

O Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos é um serviço da Proteção Social Básica do SUAS que é ofertado de forma complementar ao trabalho social com famílias realizado por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) e do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI).

Desde a implantação do ‘Amigas Empreendedoras’ em 2015, cerca de 10 mil mulheres receberam certificação de formação em habilidades em diversas áreas, com destaque aos cursos de cabeleireiro, artesanato, bordado em chinelo, crochê, oficina de artes, bordados diversos, culinária, corte costura e pintura em tecido, além de capacitação de empreendedorismo e plano de negócios.

Na outra ponta do atendimento, saindo da rede de proteção básica, a secretária Flávia Omar destacou os atendimentos da proteção especial, quando há a violação dos direitos. “Aqui, entram atendimentos realizados nas casas de amparo às mulheres e às crianças, que em 2018 totalizaram 116, e os atendimentos nas casas de acolhimento à crianças e à adolescentes, somando outros 206”.

Fora isso, há uma preocupação constante em relação aos moradores de ruas, acolhidos por meio do Centro POP, via Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). O Centro POP atendeu mais de 1.100 pessoas de forma espontânea, ou seja, por livre demanda de quem está em situação de risco.  Outras 418 pessoas, todas adolescentes, passaram para os serviços de proteção social especial em cumprimento de medidas.

Por Marianna Peres

Fonte: Secom/VG

 

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